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O Sphynx

Em 1970, a Cat Fanciers' Association (CFA) concedeu um estatuto provisório de raça ao «Canadiano sem pêlo», mas no ano seguinte esse reconhecimento foi retirado devido a problemas de saúde e dificuldades na criação. Nessa altura acreditava-se que o gene associado à falta de pêlo era letal, no entanto essa linha de sphynx acabou por desaparecer.

O Sphynx como o conhecemos hoje em dia nasceu em 1975, quando os agricultores Milt e Ethelyn Pearson descobriram um gatinho sem pêlo numa ninhada de Jezabelle, a sua gata, que tinha um «casaco» absolutamente normal. Este gatinho, curiosamente chamado Epidermis (epiderme) juntou-se a outro gatinho sem pêlo chamado Dermis (derme). Os dois foram vendidos a uma criadora do Oregon, Kim Mueske, que os usou para fazer nascer a nova raça. No Minnesota, Georgina Gattenby também trabalhou a linha dos Pearson, usando gatos vermelhos para fortalecer a mistura de genes. Esta linha mostrou-se ser muito saudável. O nome sphynx (esfinge) foi escolhido a pensar na grande esfinge de Gizé, Egipto.

Em 1978, a criadora canadiana Shirley Smith ficou com um gatinho sem pêlo chamado Bambi, que neutralizou e manteve como animal de companhia. A mãe de Bambi deu à luz mais dois gatinhos sem pêlo que foram enviados, em 1983, a um holandês. O doutor Hernandez criou os dois gatinhos, Punkie e Paloma, e juntou-os a um Devon Rex. A sua descendência, em conjunto com os descendentes dos gatos dos Pearson, foram a fundação da raça sphynx. Os criadores entretanto descobriram que, embora o gene «sem pêlo» fosse recessivo para com o gene do pêlo curto, mostrava-se dominante perante o gene do pêlo dos Devon Rex, o que fez aumentar o número de membros da nova raça.

Em Fevereiro de 1998, o registo do sphynx foi aceite pela CFA. o que potenciou o desenvolvimento da raça. Em 2000, 120 sphynx estavam inscritos na associação, o que lhe garantia o 33º lugar em 40 raças reconhecidas.

Aparência

Depois de ultrapassarmos o choque de estarmos perante um gato nu, notamos noutros traços distintos. As orelhas são grandes e largas, as patas fortes, os olhos em forma de limão mostram-se expressivos, ligeiramente na diagonal e bem afastados um do outro. Mas há mais: bochechas proeminentes sem bigodes, queixo forte e forma triangular da cabeça. São gatos de médio tamanho, com peito desenvolvido e muito musculados.

Na realidade, o sphynx não tem mais rugas do que os outros gatos. Todos têm pele enrugada e esta é a mais fina de todos os animais domésticos, bem como a mais flexível. É apenas mais fácil encontrar rugas num gato sem pêlo. O sphynx apenas parece não ter pêlo, uma vez que é coberto por uma fina camada de penugem.

Apesar da escassa presença de peço, o sphynx pode ter muitas cores e padrões. No entanto, por vezes, essa mesma cor é difícil de determinar, o que faz com que nas exposições não sejam atribuídos pontos a esta característica.

Personalidade

De acordo com o standard francês, o sphynx é macaco, cão, criança e gato misturados. Ou seja, gostam de acrobacias, sao leais e seguem os humanos para todo o lado de cauda levantada e felizes da vida, estão sempre a pedir atenção por parte dos donos e, finalmente, são gatos.

Cuidados

Poderíamos todos pensar que um gato sem pêlo não necessita de grandes cuidados, mas a verdade é que precisam de tomar banho com frequência para se livrarem do excesso de gordura na pele.


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